BPO — Faturamento Hospitalar
Diagnóstico: contas prontas que perdem valor entre o atendimento e o fechamento.
Gestão completa do faturamento de convênio e particular, com domínio de TUSS, CBHPM e regras de cada operadora.
Parcerias que transformam inteligência de cadastro em receita mais protegida.






Você compartilha o recorte que autorizar. Avaliamos o contexto, a qualidade dos dados e o escopo necessário para conduzir um diagnóstico consistente — sem alterar nada no seu sistema.
Atuamos em todas as frentes do ciclo de receita com profissionais especializados e metodologia comprovada.
Diagnóstico: contas prontas que perdem valor entre o atendimento e o fechamento.
Gestão completa do faturamento de convênio e particular, com domínio de TUSS, CBHPM e regras de cada operadora.
Diagnóstico: receitas recusadas que viram rotina e deixam de ser recuperadas.
Identificação, contestação e recurso com argumentação técnica especializada para recuperar receitas em risco.
Diagnóstico: regras e preços desatualizados comprometem o potencial de faturamento.
Revisão e atualização completa do cadastro hospitalar para maximizar o potencial de cobrança.
Diagnóstico: processos fragmentados tornam a relação com operadoras lenta e vulnerável.
Processo completo junto às operadoras: documentação, negociação e manutenção de contrato.
Diagnóstico: inconsistências em conta que passam despercebidas até a perda se materializar.
Revisão criteriosa de contas para identificar inconsistências e apoiar o recebimento correto dos procedimentos.
Diagnóstico: encontre o erro no cadastro antes que ele comprometa sua receita.
O CIA aplica inteligência artificial e agentes de automação à qualidade, atualização e evolução dos cadastros hospitalares.
A ABS une conhecimento hospitalar, processos e tecnologia para transformar gargalos recorrentes em uma rotina de receita mais protegida.
Não é falta de cuidado da equipe. É volume. A referência muda mais rápido do que qualquer pessoa consegue conferir item por item.
O Brasíndice é publicado quinzenalmente. A cada quinze dias parte da sua base fica desatualizada — e a conta continua saindo.
O ajuste anual da CMED é definido até 31 de março e passa a valer em abril. Quem não reflete isso no cadastro cobra o preço do ano passado.
Cada operadora pode trazer regras, contratos, tabelas e exceções próprias — uma complexidade que se acumula dentro do cadastro hospitalar.
Fontes: Brasíndice, publicação quinzenal · CMED/Anvisa, ajuste anual definido até 31 de março · ANS, 664 operadoras médico-hospitalares com beneficiários (jul./2026). São números do setor, não resultados da ABS.
Todo mundo audita a conta depois de pronta. O CIA olha a base que gera a conta — medicamentos, materiais, tabelas e contratos — e aponta o erro antes de ele virar prejuízo.
Treze anos faturando hospital ensinaram as regras. A inteligência artificial aplica essas regras em escala, todo mês, sem cansar. E devolve a decisão para a instituição: nada é alterado no seu sistema sem autorização.
Acompanhe a CIA percorrendo uma situação do ciclo de receita.
CASO EM TRATAMENTO
Base inteiraA CIA percorre a base inteira para localizar exceções antes do faturamento.
Demonstração ilustrativa do fluxo da CIA. Nenhum dado de paciente ou instituição é exibido.
Nenhuma amostragem. Todo item de medicamento, material e tabela passa pela revisão.
Brasíndice, TUSS, TISS e os contratos que o hospital tem com cada operadora.
Cada glosa vira regra de prevenção para o mesmo motivo não voltar no mês seguinte.
O CIA aponta e justifica. A instituição autoriza. Nada entra sozinho no seu sistema.
Converse com nossa equipe para entender o escopo da avaliação e os próximos passos.